A conversa sobre “masculinidade tóxica” domina os feeds. Está em todo lugar. Mas olhe mais de perto. É uma definição de fracasso, não um roteiro.
Brant Hansen argumenta que estamos entregando aos homens um espelho que apenas reflete o que eles supostamente não são. Rapazes? Eles não sabem o contrário. Qual é a aparência de um bom homem?
Passamos todo esse tempo destruindo coisas. Desconstruindo. Raramente construindo.
Os homens precisam de uma visão. Não por desempenho, mas por identidade. Hansen aponta para Deus. Não como um juiz distante, mas como um criador com trabalho para todos. Saudável ou deficiente, rico ou esforçado, estudante ou mecânico. A chamada não discrimina.
Deus criou os homens com um propósito, e esse propósito é inegociável.
Pense no Jardim. Adam recebeu uma tarefa: goleiro. Protetor. Quando ele comeu a fruta – sentado bem ao lado de Eva, lembre-se desse detalhe – ele largou a correspondência. Ele abandonou a missão. E sim. O mundo quebrou. Não foi totalmente curado desde então.
Os homens aparecem, os lugares ficam mais seguros. As famílias prosperam. Simples assim.
Hansen diz que a falta de objetivo não é um acidente. É o resultado de perseguir coisas baratas. Prazer. Conforto. Conveniência. Você fica preso quando se contenta com menos do que o transcendente.
Ele descreve seis opções para consertar isso.
- Abandone o falso, aprecie o real.
- Proteja os vulneráveis.
- Seja ambicioso em relação às coisas certas.
- Garantir que mulheres e crianças se sintam seguras, nunca ameaçadas.
- Escolha hoje quem você se tornará amanhã.
- Seja dono de sua vida espiritual.
Por que continuar à deriva se a âncora está bem ali?
Hansen se junta a Jim Daly em Focus on the Family para defender esse ponto. Ame bem sua família. Na verdade, faça o trabalho.
Ouça no rádio, nos podcasts ou no aplicativo se quiser o bate-papo completo. Ou não. A escolha é o primeiro passo de qualquer maneira.




























